
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é (...) Fernando Pessoa
Esse é um trecho dos poemas mais fascinantes de Pessoa pra mim. Mas não quero ter a ousadia aqui de fazer algum tipo de interpretação literária acerca dele. Eu gosto de interpretar da minha forma. E estou refletindo sobre ele hoje.
OWn amiga, esse trecho combinou muito com teu blog e é a tua cara =)
ResponderExcluirAmiga, pois vc perdeu minha fase regueira, pirei muuuuuuuuuuuuuito hehehe, Cris acho que lembra hehe.
Beijos linda!
♥
Simplicidade do teu sorriso,caracterisa tua existência,
ResponderExcluirVê, em tudo, um motivo de alegria.
E, assim, na paz de tua consciência,
Faze da fé teu pão de cada dia!
E conserva em perpétua adolescência
Num halo de esplendor e de Harmonia
Teu coração e tua inteligência,
Dentro do sonho excelso que te guia.
Amiga Joy, somos fruto do tempo, mudamos conforme a ocasião...mudamos de ideais, de opiniões e muitas coisas na nossa vida se metamorfosiaram com o tempo. E ao meu querido aluno e amigo Marcos, vai um grande abraço e gratidão pelo reconhecimento, pelos elogios e pela admiração. Sinto-me lisonjeada.
ResponderExcluirBjos Supremo a todos!
Carlinha, amei esse poema. Realmente é a cara do teu blog. Perfect.
ResponderExcluirBjium
Esse poema é a tua cara, pois ele retrata a multiplicidade de almas que te formam e resultam nessa pessoa versátil que és.
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